EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS EM INGLÊS – NOS ESTUDOS

Karen Almeida | Compartilhando, Idiomas, Inglês, Karen Almeida, Consultores | Quinta, 31 de Janeiro de 2008

EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS EM INGLÊS – NOS ESTUDOS

Estou fazendo um curso de inglês. / Estou tomando aulas de inglês. - I’m taking an English course. / I’m taking English lessons.
Estou fazendo faculdade. - I’m going to college.
Estou fazendo 4 cadeiras neste semestre. - I’m taking 4 courses this semester.
Estou fazendo um curso de graduação. - I’m going to undergraduate school.
Estou fazendo um pós-graduação. / … um mestrado. - I’m going to graduate school.
Ele está fazendo (estudando) economia. - He’s majoring in economics. / He’s studying economics.
Estou assistindo às aulas como ouvinte. - I’m auditing the classes.
Temos que decorar o diálogo. - We have to memorize the dialog.
Fiz um exame e me saí bem. - I took an exam (test) and did well.
Eu me saí bem em todas as matérias. - I did well in all subjects. / … in all my classes. / … in all my courses.
Tirei uma nota boa. - I got a good grade.
Vai cair na prova. - It’ll be on the test.
Ele colou no exame. - He cheated on the test.
Ele falta muito às aulas - He misses class a lot.
Ele gosta de matar aula. - He likes to skip classes. / … to cut classes.
No final do semestre cada aluno deve fazer um trabalho. - Each student must write a paper (an essay) at the end of the semester.
Quando se matricular na universidade, você terá que apresentar seu histórico escolar. - When you apply for college you’ll have to submit your transcripts.
Você já entregou o seu trabalho? - Did you already hand in (turn in) your paper?
O professor distribuiu a bibliografia a ser usada no semestre. - The professor handed out the bibliography for the semester.
Eu me formei na PUC. - I graduated from PUC.
Fiz um estágio na … - I did an internship at …
Fiz um mestrado em … - I did my master’s in …

EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS EM INGLÊS - NO TRABALHO

Karen Almeida | Compartilhando, Idiomas, Inglês, Karen Almeida, Consultores | Quarta, 30 de Janeiro de 2008

EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS EM INGLÊS - NO TRABALHO

•Correspondência comercial. - Business writing. / Business letters.
•Normalmente vou a pé para o trabalho, mas quando chove vou de carro. - I usually walk to work, but when it rains I drive. / … I take my car.
•Ele ganha 1.000 dólares por mês. - He makes a thousand dollars a month.
•Hoje é dia de pagamento. - Today’s payday.
•A secretária está atendendo o telefone. - The secretary is answering the phone. / … is on the phone.
•Favor informar - Please let me know
•Você pode deixar um recado na secretária eletrônica. - You can leave a message on the answering machine.
•Não vou poder assistir à reunião hoje de tarde. - I won’t be able to attend the meeting this afternoon. / I’m not going to be able … / I’m not able … / I can’t …
•Proibida a entrada de pessoas estranhas ao serviço. - Personnel only. / Unauthorized entry prohibited.
•O horário de trabalho (expediente) é das 8 às 12. - Working hours are from 8 to 12.
•Após o horário de expediente … - After working hours. / After hours.
•Durante o horário comercial. - During business hours.
•Tenho que fazer hora extra. - I have to work overtime.
•O horário de verão nos EUA vai de abril a outubro. - Daylight saving time in the US is from April to October.
•Faltam dois dias para eu entrar em férias. - I’ll go on vacation (holidays) in two days. / There are two days left before I go on vacation.
•Está faltando alguém? - Is anybody missing?
•Está faltando dinheiro no mercado. - There is a shortage of money in the market.
•Faz dois anos que eu trabalho aqui. - I’ve been working here for two years.
•Eu trabalhava num banco, antes. - I used to work for a bank.
•Fiquei sabendo que ele foi demitido. / Ouvi dizer que … - I heard he was fired. / … he was dismissed. / I was told that he was …
•Um novo gerente será contratado. - A new manager will be hired.
•Quem manda aqui sou eu! - I’m the boss around here!
•Preencha a ficha (formulário) de inscrição. - Fill out the application form.
•Ele está de plantão. / Ele está de serviço. - He’s on call. / He’s on duty.
•Ele está aqui a serviço. / … a negócios. - He’s here on business.
•Vou tirar uma folga amanhã. - I’m going to take a day off.
•Ele vai se aposentar. - He’s going to retire.
•Ela está de licença. - She’s on leave.
•Ela está encostada no INPS. / … de licença para tratamento de saúde. - She’s on sick leave.
•O sindicato não está cooperando. - The (labor) union is not cooperating.
•Os trabalhadores estão planejando fazer greve. - The workers are planning to go on strike.
•A/C (aos cuidados de). - C/O (care of).
•Já foi providenciado. - It’s been taken care of.
•Todos os funcionários devem bater o cartão-ponto. - All the workers must punch their time cards.
•O sistema de previdência social está quebrado/ falido. - The social security system is bankrupt.

http://www.sk.com.br/sk-idiom.html

O Aprendizado da Língua Inglesa

Karen Almeida | Compartilhando, Idiomas, Inglês, Karen Almeida, Consultores | Terça, 29 de Janeiro de 2008

O aprendizado da Língua Inglesa envolve quatro competências ou habilidades: ler (reading), escrever (writing), ouvir (listening) e falar (speaking).
Ler e escrever são habilidades que podem ser aprendidas através de diferentes maneiras por meio de métodos diversificados que possuem variações em sua eficácia.
Já ouvir e falar, por outro lado, são habilidades mais difíceis de se aprender quando se estuda uma língua estrangeira e em nosso caso, a Língua Inglesa.
Estas habilidades se baseiam no conhecimento, isto é na leitura e na escrita.
Como já vimos, estas habilidades são adquiridas pelas crianças, por intuição e por pura necessidade e são adquiridas mesmo antes de aprenderem a ler e a escrever.
Ensinar a ouvir e a falar é uma das tarefas mais difíceis do professor de Língua Inglesa e este ainda tem de contar com o envolvimento do aluno que por muitas vezes se sente desmotivado e não consegue desenvolver-se.
A intuição e a necessidade que existiam quando criança, já não estão tão presentes no adolescente ou no adulto, que normalmente tem de realizar exaustivos exercícios e que ainda se tornam mais cansativos por serem feitos em circunstâncias que não naquelas em que os nativos da língua convivem.
Schütz ( 2005) diz:
Uma diferença importante entre crianças e adultos quanto à suas habilidades cognitivas, é que o adulto já passou por grande parte de seu desenvolvimento cognitivo. Com um caminho maior já percorrido e uma bagagem maior acumulada, o adulto tem a capacidade de lidar com conceitos abstratos e hipotéticos, enquanto que a cognição das crianças, ainda em fase de construção, depende fundamentalmente de experiências concretas, de percepção direta. Isto explica a capacidade superior dos adultos de compreender a estrutura gramatical da língua estrangeira e de compará-la à de sua língua materna. Explica também a tolerância superior dos adultos quando submetidos a situações artificiais com o propósito de exercitarem línguas estrangeiras, bem como a tendência de buscar simples transferências no plano de vocabulário, com ajuda de dicionários.

Quando os nativos da língua falam, utilizam palavras, expressões e gramática próprias de suas regiões, além de se expressarem num ritmo e com pronúncias que acreditam serem apropriadas, mas se esquecendo ou mesmo não se importando se quem os escuta, quando falantes nativos de outra língua, conseguem realmente os entender.
Em resumo, podemos ser entendidos, apesar de utilizarmos palavras e expressões nem sempre adequadas e de possuirmos um vocabulário limitado, mas é imprescindível ouvirmos direito.
Para isso, devemos treinar a audição em diferentes contextos, nos quais possamos ter diferentes temas, vocabulário rico e variado, além de diferentes pronúncias.

Karen Madeira de Almeida
Este artigo é parte integrante de minha monografia na defesa de tese do curso de pós graduação em metodologia do Ensino da Língua Inglesa

Pessoas de resultado tornam pequenos negócios em excelentes empresas

Joeme Oliveira | Joelme Oliveira | Segunda, 28 de Janeiro de 2008

Por:

Luiz Fernando Garcia

Em seu último livro, Small Giants - Companies that Choose To Be Great Instead of Big (Pequenas Gigantes - Empresas que escolheram ser excelentes em vez de grandes), o americano Bo Burghiman, editor da .Inc, uma das maiores revistas de negócio do mundo, aborda casos de empresas dos EUA bem sucedidas que optaram por tal caminho para o sucesso: no geral, elas escolheram as coisas certas para as quais dizer “não” ao invés de dizer “sim” a uma proposta ainda que, a princípio, parecesse ser a melhor coisa a ser feita. Isso pode parecer loucura, mas é uma alternativa capaz de levar uma empresa a excelência porque seus líderes sabem onde querem chegar.

Ao longo de um trabalho com o acúmulo de mais de 16 mil horas de manejo comportamental, empreendedorismo e negócios - tempo que permite identificar as predisposições em cada indivíduo na orientação para o resultado em suas empresas - posso dizer que concordo com a linha de pensamento de Burghiman e com as decisões das companhias. Na verdade, tenho focado metodologias de ensino para embutir esse conhecimento na mente dos empresários brasileiros e em seus comportamentos durante os Grupos Dirigidos (GD) de Psicodinâmica em negócios, onde trabalho com empresários que buscam potencializar resultados.

O Brasil continua a ser um dos países menos interessantes para o investimento privado. O resultado é o tamanho da informalidade em nossa economia. O governo não cria um ambiente regulador que anime o investidor e o país afunda em impostos e faz drenagem do setor privado para sustentar o poder público. Se nada for feito para as reformas trabalhistas, tributária e legislativa, continuaremos a viver a “estável mediocridade”, já que o Estado não cabe no PIB.

Desde o brado “Exportar ou Morrer” do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o empresariado - que já passava por um processo de conscientização de que não bastaria apenas importar produtos de outros países para adequar tecnologicamente o parque industrial brasileiro - acabou comprando a idéia de que era necessário também buscar a penetração de produtos brasileiros no mercado internacional e agregar cada vez mais valor a esses produtos, buscando inclusive desenvolver a Marca Brasil, começando então, no País, uma onda em prol das exportações brasileiras.

O legado deixado por Fernando Henrique Cardoso foi de suma relevância para o momento, que vive agora o comércio exterior brasileiro, não apenas em termos de superávits, mas especialmente por sua participação no cenário internacional, pelas relações diplomáticas e por uma visão mais globalizada de mundo.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva vem dando continuidade à política de comércio internacional, deixada por FHC, fortalecendo cada vez mais o ideal de aumentar expressivamente as exportações brasileiras, mas também de não conter de forma castradora as importações, como ocorreu no governo anterior. Acredita-se que o equilíbrio real do comércio internacional dê ao País o desenvolvimento tão sonhado.

Com relação à participação dos empresários brasileiros no mercado internacional, o estudo da Associação de Comercio Exterior do Brasil (AEB) mostrou que em 2005 as exportações totais de US$ 118,308 bilhões foram realizadas por 17.657 empresas, entre pequenas, médias e grandes. Do universo das empresas exportadoras, apenas 1.113 empresas, representando 6,30%, foram responsáveis por exportações no montante de US$ 105,494bi, que corresponderam a 89,17% em volume financeiro.

Em contrapartida, as demais 16.544 empresas, que equivalem a 93,70% do total das empresas exportadoras, realizaram exportações no montante de US$ 12,814 bilhões, que significam apenas a 10,83% das vendas ao exterior em 2005. Este cenário mostra elevada concentração das exportações em reduzido número de empresas de grande porte, enquanto a maioria esmagadora, teoricamente de pequeno e médio porte, possuem tímida participação, independente da origem de seu capital e do tipo de produtos exportados. Pior ainda é saber que, apesar desses dados positivos, no universo de empresas instaladas no Brasil a maioria é composta por empresas de capital nacional, fazendo com que essa maior participação de empresas nacionais na exportação, proporcionalmente, seja menor do que as empresas estrangeiras.

Desse modo, apesar de o brasileiro ter uma forte iniciativa para o empreendedorismo, a economia do país não estimula e as pessoas que têm ou querem ter seu próprio negócio precisam ir além: se tornarem pessoas de resultados para fazer com que a sua pequena empresa seja excelente, e ainda contribua para o incremento econômico do país. Para isso, é necessário desenvolver e aplicar um novo “modelo mental” em seus líderes, com o objetivo de diagnosticar, analisar, interferir e direcionar soluções aliadas a padrões comportamentais que conduzem para o resultado. Tal modelo que proponho se apóia nos conhecimentos da psicologia, em estudos científicos na área de negócios e em processos de excelência administrativa, conclusão de um trabalho intenso que fiz para a ONU e para o Sebrae.

Na verdade, quando a pessoa adota a “postura empreendedora” e passa a planejar no papel as futuras metas de sua empresa que deverão se transformar em práticas, inicia uma fase de crescimento, pois está, na verdade, unindo a Psicodinâmica aos Negócios. A mudança é fundamental para o empresário não apenas focar e obter resultados em sua atuação no mercado nacional, mas principalmente para demonstrar um comportamento adequado para ser um “player” no mercado internacional e permitir que suas empresas sejam “pequenas gigantes”, ou seja, ótimas ao invés de grandes.

Atenciosamente,

Joeme Oliveira

INTELIGÊNCIA E VONTADE - Prof. Rita Alonso

admin | Rita Alonso | Segunda, 28 de Janeiro de 2008

INTELIGÊNCIA E VONTADE

Prof. Rita Alonso

Certa vez li que existem duas premissas básicas que diferem o ser humano de todos os outros animais.

A primeira é a inteligência, a segunda é a vontade.

Entenda por inteligência todo o conhecimento adquirido em toda a sua existência, desde que nasceu, engatinhou, foi à escolinha, à faculdade, etc.

Conhecimento é toda a informação adquirida. A inteligência é o que você faz com toda essa informação.

Se você deseja pegar um trem para ir para São Paulo e chega na estação começa a ler as placas das plataformas, sua inteligência manda que você não pare numa estação que esteja escrito por exemplo Curitiba.

É a sua inteligência escolhendo sua ação mediante as informações percebidas.

A inteligência/conhecimento não é livre. A vontade é…

Por que eu digo que o conhecimento não é livre? Porque ele está atrelado a tudo que aprendemos em nossa família, no banco da escola, em nosso grupo social. Explico: se eu escrevesse agora a palavra “palhasso” desta forma sua inteligência/conhecimento aceitaria? Não. Se eu dissesse que dois e dois são vinte e dois, você iria rir e no máximo ia achar que tratava-se de uma brincadeira.

Porque a verdade é que nosso conhecimento não é livre.

A vontade é.

Exatamente. A vontade é livre.

Quando dou aula sobre motivação pergunto sempre aos alunos: o que leva a uma pessoa a terminar aquilo que começa? De onde tira forças para ultrapassar os momentos mais difíceis sem desistir. Ultrapassar as adversidades. Quando desistir é o caminho mais fácil!

Por que a greve de fome é tão respeitada?

Porque a minha inteligência e meu conhecimento me dizem que o homem não vive sem se alimentar.

A minha fisiologia me diz: “Estou com fome!!!!”

Mas a minha vontade diz: “Só como quando fizerem o que desejo…”

Tivemos o exemplo do grande pacifista que sempre pregou uma doutrina de não-violência. Fez greve de fome porque desejava que a paz reinasse entre hindus e muçulmanos; entre indianos e ingleses.

E como um novo Gandhi tivemos há pouco tempo um bispo da Paraíba reabrindo a discussão sobre o tema causando grande repercussão na mídia. Quando falaram da transposição do Rio São Francisco.

Porque é a vontade acima da inteligência e do conhecimento!

Pense nisso na próxima vez que se detiver a frente de um empecilho.

É preciso acordar sua vontade adomecida, encorajá-la, acreditar que você consegue.

É preciso exercitar sua força de vontade!

Pense nisso e fique bem…

Prof. Rita Alonso

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